às pessoas trampolim.

segunda-feira, maio 22, 2017

às pessoas trampolim, que não te deixam chegar ao chão, que te amparam mesmo quando a tua vida está em modo cambalhota e nem sabes como parar. às pessoas trampolim que te fazem voar exactamente no momento em que pensas que vais parar. às pessoas trampolim que te seguram e libertam, que te mimam e te dizem as verdades, que estão longe mas estão sempre perto. às pessoas trampolim que no meio da escuridão são a luz mais brilhante que vemos: e a única que precisamos.

 às pessoas trampolim que nos fazem sorrir e permitem chorar, com quem temos conversas sobre tudo e sobre nada, às pessoas trampolim que sabem saborear o teu silêncio, a tua companhia e tudo o que és. às pessoas trampolim: que nunca te abandonam, aconteça o que acontecer e que te fazem saltar para a vida as vezes que forem precisas - o importante é continuar a saltar sem bater contra o chão. 

às minhas pessoas trampolim: obrigada.

Reflexões

Para ti.

terça-feira, maio 16, 2017


Cria alianças contigo própria. Lua. Sol. Equilibra e não te esqueças de quem és. Nunca te esqueças de quem és. Tatua isso em ti, se for necessário. Esqueceres quem és – no núcleo de ti – é esqueceres também para onde vais, de onde vens e o que tens a fazer. Não te esqueças de nada disso. Há um mundo bonito à tua espera, feito só para ti e por ti. (Re)cria-o todos os dias. 

Faz sorrir quem não sorri há muito, abraça quem está sempre frio e a quem tem calor dá-lhes as tuas mãos sempre frias para os segurar. Protege quem te ama e dá amor a quem não o espera. E isto, inclui dares amor a ti própria. Ama-te. O que quer que faças, o que quer que decidas, ama-te. Loucamente. Profundamente. Só a ti. Sem “e se eu me abandonar?”. Nunca te vais abandonar – promete-me isso. Os barcos vão e vêem mas o mar é sempre o mesmo. Mais ondas, menos ondas, mais azul, menos verde. O mar é sempre imensidão, é sempre dor, é sempre amor - és sempre tu.

Em dias felizes escreve. E em dias menos felizes: escreve também. Faz o que amas. O que te transparece e te faz ser "tu". Explica ao mundo que estás aqui, com dúvidas, com receios, mas estás aqui, este é o teu lugar. No meio das árvores, a ouvir a chuva e a sentir trovoada. Estás aqui, em mais lugar nenhum, só aqui. E este é o sítio perfeito para estar.  Nada acontece por acaso. Arregaça as mangas e começa a viver. Não tenhas medo. Não há leis, só felicidade. Tudo o que queres fazer, depende de ti, da tua força, da tua garra. Mais ninguém.


Quem queres ser? Quem és? O que vais fazer?

Estilo de vida

O que faço em dias menos bons ~

quarta-feira, maio 03, 2017


Sabem aqueles dias que não gostamos de ter? Em que custa sair da cama? Em que o sol não entra na nossa alma? Em que um simples sorriso é mais difícil do que transbordar em lágrimas? Sabem aqueles dias menos bons (que às vezes são mesmo péssimos)? Toda a gente os tem. Às vezes vêm com mais intensidade do que outros, às vezes nada nos consola, nem um abraço da melhor pessoa da nossa vida. Às vezes umas boas horas de silêncio resolvem outras vezes é estar horas e horas a falar sobre o problema que são a solução. Às vezes só precisamos de alguém que nos dê umas dicas: o que é que eu faço?! Vou-vos dar as minhas dicas para dias menos bons.

1. Respira profundamente. Às vezes só respirar já ajuda muito, percebe a extensão do problema e até que ponto podes lidar com ele. Clarifica a tua mente. Respira as vezes que precisares.

2. Acalma o coração com o ambiente perfeito. Para mim não há coisa que mais me acalme do que incenso, velas e uma caneca de chá. Para me permitirem relaxar e pensar de forma mais consciente. Um ambiente sossegado e que nos aconchegue é sempre a melhor coisa a adoptar quando precisamos de ser abraçados por nós mesmos.

3. Limpa as energias negativas. Em dias menos bons é sagrado que vou tomar banho e para ajudar na limpeza das energias negativas uso algum tipo de sal de banho, é um truque excelente para nos ajudar na limpeza e libertar de cargas negativas.

4. Cuida de ti. Outro ritual que não dispenso: mimar-me com o óleo "ying", acalma-me de uma forma extraordinária. Colocá-lo no meu corpo, cuidar de mim, ajuda-me a ver a importância de mim mesma (aquilo que nos esquecemos tantas vezes).

5. Recorre à tua rede de apoio. Já falei aqui da importância da rede de apoio. Mas às vezes o que precisamos em dias menos bons é de saber que não estamos sozinhos. Mesmo o silêncio é mais terapêutico se for partilhado.

Estas são os meus passos para dias menos bons mais felizes. Espero ter-vos ajudado. O que fazem por aí quando estes dias aparecem? 

Um xi-
Mariana*

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