Viagens

Oh Oh, Lisbon!

quarta-feira, maio 29, 2013

Oh oh, Lisbon!

Mais uma vez, já de malas prontas, cá vou eu para Lisboa. Se antes a Capital era o meu maior pesadelo: porque não gosto da confusão, da poluição, do trânsito... Agora ir para lá é motivo de ansiedade. Apaixonei-me pelos longos passeios na Gulbenkian, nos pequenos-almoços a olhar para o Tejo, pelo café depois de almoço em Belém, pelos lanches no Starbucks e acima de tudo por poder namorar a meio da semana, quebrando toda a rotina que se tem assistido. Lisboa faz-me bem e desta vez vai saber ainda melhor. Até já!

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domingo, maio 26, 2013

- Achas que é o Amor que comanda a vida?
- Sim, afinal é por isso que seguimos os nossos sonhos, porque os amamos..
- Não é esse amor... o Amor.
- Sim, é ele que nos faz feliz.
- Eras feliz antes de mim?
- Era, mas não tanto...
- Eras a cem por cento?
- Não. Faltavas-me tu. Tu és a minha felicidade.

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Viagens

Pelas ruas (romanas) de Braga.

domingo, maio 26, 2013

Amo-te Braga.

        Com o tempo fui aprendido que as melhores viagens não são aquelas programadas, mas sim aquelas que aparecem sem sabermos como que surpreendendo até o próprio Destino. As melhores viagens são aquelas sem malas atrás das costas, sem destino certo e com imensos momentos propícios a ficarmos perdidos entre as ruelas, procurando em conjunto com os mapas os nomes das esquinas e encontrando inevitavelmente sítios lindos. Incrível como são os momentos mais impensados, mais impulsivos, que se guardam mais na nossa memória e nos nossos momentos mais felizes. 
      Justamente por isso é que o meu amor por Braga é cada vez mais crescente. Ultimamente tenho parado por Braga mais vezes do que o costume. Este fascínio começou já há uns anos, quando comecei a perceber a beleza deste grande Portugal. Sempre tive curiosidade em conhecer Braga e fui fazendo-o mas muito devagar, como se costuma dizer "às pinguinhas". Até que este ano a grande descoberta começou. Já é a terceira vez inesperada que vou lá. Se na primeira vez caí de pára-quedas lá, desta vez caí definitivamente de amores por Braga. Entre tantos momentos (embora poucos) que já vivi nesta cidade, ontem foi um dos melhores. Fui surpreendida com um jantar no restaurante Anjo Verde o qual aconselho vivamente, tem comida vegetariana deliciosa a um preço bastante razoável e nem sequer se paga o chá! Maravilhoso. Seguida de uma ida à Spirito Cupcake  que é um espaço ainda mais agradável de noite, se bem que desta vez não cheguei a consumir nada, deixei-me apenas ficar ougada pela montra. E claro passeios fantásticos por aquelas ruelas cheias de vida, com sorrisos encontrados e dar de mãos bem apertados.
     Não sei o que há de especial em Braga, o que sei é que sou sempre muito bem recebida lá. Seja por chuva que me limpou a alma durante o concerto dos Natiruts, ou por um céu estrelado lindo, esta cidade é sempre espectacular. Acho que as próprias pessoas se distinguem como pessoas simpáticas (e o mais importante: sempre prontas a dar indicações quando uma pessoa está perdida!). Ontem para Braga ficar mais mágica estava decorada de uma grande festa romana. Eram barraquinhas do tempo romano por toda a cidade, pessoas vestidas, tochas, espectáculos, incenso, velas e tudo de bom o que se pode imaginar. A verdade é que sou uma apaixonada por feiras medievais e esta de Braga que é tão peculiar conquistou-me! Fica a promessa de voltar mais umas quantas vezes e na próxima vez tenho que ir sem dúvida alguma ao Bom Jesus (que fica ainda mais lindo de noite todo iluminado).

Cartas Cruzadas

O Universo é mágico. *

quinta-feira, maio 16, 2013

Por vezes existem coisas que nos acontecem que mais parecem tiradas de uma outra vida que não a nossa, não é? Às vezes o Destino é tão bom para nós que uma pessoa até pensa que nem merece. Aconteceu-me esta terça-feira uma dessas proezas intemporais do Universo. Estava eu no Enterro da Gata depois de ter ouvido os (grandes e maravilhosos) Natiruts, a dirigir-me para uma barraca com um amigo meu, quando a rapariga que me atendeu me depois de olhar bem para mim, me diz: "Eu lei-o o teu blogue e adoro-o! Aliás já te encomendei uma carta para a minha irmã"... E assim, o meu sorriso cresceu ainda mais, passei a conhecer uma pessoa que cá para nós me pareceu extraórdinária e a conversa avançou por o resto da noite. Quem diz que o mundo não é pequeno engana-se bem e quem diz que o Universo não é mágico também se engana. O mundo é uma casa muito pequenina onde cabe toda a gente e o Universo é tão mágico e magnífico quanto são estas pequenas surpresas que me aparecem à frente de vez em quando. Obrigado, obrigado, obrigado

Natureza

Projectos com vida.

quinta-feira, maio 09, 2013

Ando desde Março a trabalhar nesta nova aventura, daí o tempo para o blogue não ser muito e andar um bocado afastada deste "mundo". Voltei hoje para vos falar desta minha pequena aventura que vai avançado com passos de bebé. Sempre fui uma pessoa que gosta de estar consciente das coisas que defende e que gosta, contudo de há uns tempos para cá, parece-me que me esqueci que as palavras não valem de nada se não tiverem acções que as traduzam. Neste caso, comecei a pensar no que eu defendia à cerca da agricultura biológica e no que realmente fazia. A verdade é que não fazia quase nada. Temos uma horta lá em casa, árvores de fruto, estufa, mas quem cuida de tudo isso são os meus pais e o que é que eu faço? O que é que eu sei fazer nesse âmbito? Nada. Queria que isso mudasse, não só queria defender um estilo de vida como também começar a vivê-lo. Assim pus as mãos à obra. Li tudo o que tinha sobre Agricultura Biológica, plantas que eram favoráveis ao tipo de terra que escolhi para o sítio da horta, plantas que estabelecessem simbiose entre elas, por onde devia começar, o que devia usar... E com a quantidade de informação que tinha, tive praticamente um mês só a estudar o plano da minha "horta". Tirei as medidas e depois de estar tudo pronto no papel comecei para a prática.

Cravos & Calêndula

O espaço não é muito, mas a terra também não é muito fácil de trabalhar. Comecei por tirar as pedras, o meu pai cavou a terra (falta-me força para estes trabalhos, é o que é), no espaço que é um triângulo construí um muro com pedras grandes que nos sobraram das construções e dividi ainda o terreno em três partes fazendo caminhos com lousas. Porque é que dividi em três partes? Porque a minha horta vai ter três partes: a dos chás, ervas aromáticas e flores. No centro deixei um espaço para colocar a camelia sinensis (a planta do chá), mas ainda não a consegui encontrar à venda em Portugal e duvido que ela se dê neste clima. Tenho que arranjar outra alternativa. Entretanto a horta tem crescido com o que se pode. O terreno tem muito sol e ainda não instamos a água (provavelmente vamos usar o sistema gota-a-gota) e muitas plantas não sobreviveram ao transplante. Na estufa já tenho sementes de camomila, calêndula, girassóis, malmequeres a crescer, em breve vamos transplantá-los!

Girassol

Para já a Cidreira ainda se está a adaptar tal como a alfazema. A hortelã-pimenta adorou a terra, já a hortelã-chocolate não sobreviveu. O tomilho, os oregãos, os cravos, a salva estão a dar-se bastante bem e os dois girássois já começam a crescer. Em breve vamos transplantar para lá os morangueiros, alfaces e ando a pensar na hipotese de colocar lá mirtilhos. Ainda é tudo muito novinho, mas é tão bom ver uma coisa assim tão nossa crescer, não é? Mesmo que seja devagarinho, é bom ir namorando assim a Natureza. Contudo, ainda tenho bastante para fazer, daqui a nada as ervas daninhas começam a crescer, ainda quero colocar um género de etiquetas em todas as plantas para começar a reconhece-las melhor e tantas outras coisas! Mas bem, para já é isto que temos e temos bem! 

♫ - Do as I want - SMILE

Reflexões

{o que se passa por cá..}

terça-feira, maio 07, 2013

       Não tenho escrito. A verdade é que não tenho escrito, nada de nada. Nem aqui, nem noutro sítio qualquer. Porquê? Nem sei. Ou porque o tempo tem andado demasiado depressa ou porque me falta a vontade, a inspiração, ou porque, sei lá, simplesmente não me apetece.
     Desde inícios de Março que a minha vida tem mudado. Primeiro foi a gastroenterite e desde aí nada parou. Quase me arrisco dizer que recebi sinais. Sinais que se calhar estava na altura de acordar de um sono de preguiça e despreocupação no qual eu tinha adormecido. As dores abrandaram agora, os exames médicos vão ser feitos e esperemos que se descubra o que me anda a chatear. Mas, e se não andar nada? E se isto fosse mesmo só um alerta? O que se passou é que entre tonturas, vómitos, e mais, comecei a aperceber-me daquilo que me andava a incomodar.
    E fui tomando decisões. Fechei o passado. Finalmente consegui trancá-lo, mantê-lo no seu lugar e esclarecer-me a mim mesma que o presente é tudo aquilo que vale a pena. Terminei laços, recuperei outros. Segui aquilo que achava ser o correcto, mas desta vez sem impulsões, sem corações de manteiga. Segui aquilo que me fez feliz, e segui bem. É bom conseguir libertar pessoas e libertar-nos a nós mesmos. Claro que vão haver sempre pessoas que nos tocam, mas desde que esse toque seja como a maresia e não como um vendaval não há problema maior.
    Para além disso, comecei por escolher aquilo que me faz feliz. Isto porque todas as tonturas que fui tendo, creio eu, terem acontecido por puro stress. E tenho razões para andar stressada? Claro que não. Mas também não tenho razões para gastar o meu tempo livre com coisas que não gosto, que não me são úteis  contudo era exactamente isso que estava a fazer. Ainda estou a tentar mudar isto. Perceber aquilo que quero ou não na minha vida. “E o que não seja leve, que a vida leve”. Por vezes é importante ouvir aquilo que nós temos a dizer a nós próprios. Mas estamos sempre tão ocupados que nunca nos permitimos isso, pois não? Nunca ficamos em silêncio… Pois bem, eu tenho ficado, analisado, pensado, sentido e algumas respostas estão a surgir.
     Uma conclusão que cheguei desde já é que tenho que voltar às origens. Retornar a um caminho, longo, que comecei a caminhar há uns anos atrás, e que me fui desviando por atalhos que não eram os próprios. Tenho que voltar às origens de todas as componentes que me constituem, desde o mais básico ao mais complexo. É estranho pensar na quantidade de recomeços que temos que fazer na nossa vida, não é? Mas bem, aqui vai mais um, esperemos que corra bem, ou que vá correndo bem.

Leituras

domingo, maio 05, 2013

"E o que não for leve, que a vida leve."

Leituras

As palavras movem montanhas.

quinta-feira, maio 02, 2013

«As palavras agem sobre as pessoas. Elas podem ou não discriminar. O que dizemos mostra o que pensamos, o que desejamos, o que agimos. Palavra é ação. Palavras diferentes produzem sentidos diferentes. Por isso, quando dizemos que alguém é um deficiente físico, estamos a discriminar essa pessoa. Reparem como tudo muda se falamos de pessoas com deficiência ou pessoas portadoras de necessidades especiais. Nesse caso, a pessoa não é deficiente, mas apresenta uma deficiência, o que é outra ideia. Portanto, uma boa forma de mudar o mundo é mudar as palavras que usamos. Podem crer: as pessoas dizem aquilo em que acreditam.»

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